No dia 23 de Agosto de 1973, três mulheres e um homem ficaram seis dias
reféns de bandidos, em um assalto a um banco de Estocolmo. Para a surpresa de todos, os reféns desenvolveram uma relação afetiva com os bandidos. Desde então, chama-se Síndrome de Estocolmo a essa dependência afetiva que se cria nos raptados pelos seus raptores. Leia mais sobre isso aqui.
Eu sou Denise Arcoverde, tenho 43 anos e, depois de muita insistência, Ted, meu marido, me "sequestrou" e levou para viver com ele em Estocolmo, na Suécia. O destino nos trouxe pra Washington, DC, nos EUA, onde vivemos hoje, muito felizes, com minha filha Beatriz.
Tenho o maior prazer em fazer esse blog, que eu costumo dizer que é nossa "pracinha" onde trocamos idéias, discutimos assuntos polêmicos ou falamos abobrinhas. Convido vocês a participar dessa "comunidade virtual", sempre com o mesmo respeito que eu, e tod@s amig@s, temos pelos que vêm aqui.
Sou
fundadora de uma ONG, o Grupo
Origem que, há quase 20 anos, desenvolve um trabalho lindo de promoção,
apoio e defesa do aleitamento materno. Continuo trabalhando com
o Origem, via Internet. Nosso site, Amamentação
Online, ganhou, duas vezes, o IBEST.
Eu vejo Stephen Frears, Fellini, Hitchcock, Truffaut, Woody Allen, Orson Welles, Billy Wilder, Quentin Tarantino, Rainer Werner Fassbinder, Godard, Luis Buñuel, Sofia Copolla, Roger Michell, Irmãos Taviani, Antonioni, David Lynch, Almodovar, Irmãos Cohen, Kubrick, Ingmar Bergman, Jim Jarmusch, Pasolini, Tim Burton, Robert Altman, Scorcese...
Dicas de Livros:
Eu leio Clarice Lispector, Pushkin, Umberto Eco, Edward Said, Machado de Assis, Kafka, Patricia Highsmith, James Joyce, Torquato Neto, John Donne, Dorothy Parker, Virginia Wolf, Carlos Drummond de Andrade, Ariano Suassuna, Pagu, Tchekhov, Tomasi di Lampedusa, João Cabral de Melo Netto, Wally Salomão, Vinícius de Moraes, Anais Nin, Andre Breton, Baudelaire, Marilene Felinto, Dashiel Hammet, Raymond Chandler, Simone de Beauvoir, Roland Barthes,
Dica de livro de arte:
Gosto
de Keith Hering, Andy Warhol, Lichtenstein, Frida
Khalo, Chagall, Miró, Rodin, Camille Claudel, Edward Hopper, Pollock, Suzanne Valadon, Goya, Brughel, Kandinsky, Man Ray, Escher, Botero, Caravaggio, Veermer, Jasper Johns, Tarsila, Anita Malfatti, Bajado, Alex
Vallauri, Dudi Maia Rosa, João Câmara, Leonilson.
Dica de CD:
Eu ouço: Madonna, Blur, Billie Holliday, Caetano
Veloso, Cássia Eller, Aimee Mann, Kid Abelha, Jorge Benjor, Diana Krall, Frank Sinatra, Lobão, Counting Crows, Cardigans, Jackson do Pandeiro, Kraftwerk, Fernanda Abreu, Miss Kittin, Eurythmics, Style Council, Radiohead, Chico Buarque, Trio Mocotó, Nina Simone, Chat Baker, Bezerra da Silva, Puretone, Kosheen, Tati Quebra Barraco, Norah Jones, Nação Zumbi, Fernanda Porto, Fat Boy Slim, Elis Regina...
Vai comprar no Submarino ou Amazon? se fizer isso através dos links abaixo, você não gasta nada a mais, e eu vou ganho uma comissãozinha ;-)
08/05/08
Tutorial - Como colocar videos da Globo em seu blog ou site
Programa Espaco Aberto - Violencia contra a crianca
Como colocar um video como esse em seu blog?
Voces devem ter visto que tenho colocado alguns videos da Globo aqui. E' a coisa mais facil do mundo. Nao e' necessario ser cliente do globo.com, existem milhares de videos que qualquer pessoa pode ver (basta procurar os que nao tem uma chavezinha amarela do lado).
Basta ir ate ' a pagina http://video.globo.com/ e procurar o video que voce quer. Pode usar o mecanismo de busca, procurando por palavra, ou navegar pelos diversos departamentos e escolher o que lhe interessa. Pode ser um bom complemento para o que voce escreveu ou um post em si.
E olha que tem coisa muito boa da NET, como Milenio, Arquivo N, Espaco Aberto, nao sao apenas os videos da TV aberta (canal 13, quase todos pessimos), nao.
Vejam como e' simples.
Voce escolhe o video que quer botar no blog, clica nele e embaixo da "telinha", 'a direita, vai ter um quadrinho ao lado da palavra "embed", nele tem um codigo, basta copiar esse codigo e colar no post (vejam foto acima).
Como eu acho que a largura da tela fica muito grande em meu blog, eu substituo sempre que tiver no meu blog 480 por 350 e troco 392 por 285, no codigo. Mas tem que substituir todos!
Somente isso! Boa sorte e me avisem se colocarem videos em seus blogs :-)
"No segundo e último programa da série sobre os ex-escravos que voltaram para a África, veja a marcante presença brasileira na arquitetura, na culinária, na língua e nas festas populares do Benim."
A escritora Gloria Perez vai fazer uma novela relacionada com a India (e Dubai) e esteve por lá, fazendo pesquisa. Gente, que saudades da India. Adoro ver gente escrevendo sobre esse país, principalmente quando é com muito respeito e buscando entender a cultura do povo tão absurdamente diferente da nossa.
Confiram lá no blog dela, as fotos e os posts interessantíssimos!
Com certeza, vai ser uma novela muito colorida :-)
Rafinha vence o "Big Brother Brasil 8" com 50,15% dos votos
Taí... gostei! eu tava torcendo pra Nat. A final não me interessou muito, mas preferia o emo à pedante e enjoada XL (quase morro de rir quando li esse "XL"... eita povo criativo... hehehehe...)
Aliás, li no UOL antes da Globo Primeiro o site da Globo saiu do ar, depois chequei várias vezes e uns 10 minutos depois do UOL ter anunciado apareceu um vídeo dos "Melhores momentos do Rarfinha", mas sem nenhuma manchetezinha dizendo que o cara ganhou. Eita Rede Globo incompetente...
Que é que vocês acharam? Eu vou dormir que aqui já é super tarde, amanhã dou meu pitaco. Gostei desse comentário sobre o Rafinha.
Gente, resumindo, eu sou nordestina, bairrista, e quase chorei quando a Pink saiu num desses BBBs antigos, mas eu não achei a Gyselle "sincera", achei mal educada, grosseira. Não beijar a Thati foi o fim. Pra mim, grosseria é imperdoável.
O Rafinha é uma figura. O cara é artista, sabia o que tava fazendo, assumia que era um jogo, que tinha estratégia, um fofo.
E eita quanto tempo perdido assistindo esse negócio... hehehe...
Eu nem comentei nada porque foi perdendo a graça, nem deu vontade de falar mais nesse BBB... mas eu estava torcendo pela Nat. Tá que ela era meio cópia da outra miss Massafera, mas era muito fofa, liberada, despretensiosa e, principalmente, desbocada.
Tá certo que ela disse o absurdo que "carinho ela quer de pai", mas de homem ela quer mesmo é "porrada", mas, pra variar, ela não soube se expressar, gente, ela quer é uma boa "pegada", e quem não quer? mas como a gaúcha tem uma certa dificuldade em juntar as idéias, essa foi a maior besteira que ela disse por lá.
Agora, me contem o que foi que o povo tanto viu na Gyselle, além de ser a mais bonita de todas? olha que o fato dela ser de Terezina já seria um motivo pra eu "votar" nela, mas como a moça é chatiiiinha, egoistazinha, enjoada e depois que disseram, há muito tempo, que ela namorava o cara do Endemol (criador do BBB, na Holanda) e era tudo carta marcada (porque claro que ela vai ganhar, né?) aí é que ficou sem graça mesmo.
Se eu perdesse meu tempo votando, ia votar no Rafinha, mas o fofo lá já ganhou coisa demais.
Enfim, isso é o BBB, a maior bobagem da televisão e eu espiando... hehehehe...
Tá certo que o pânico também é uma grande armação, mas que aos depoimentos dos ex-BBB são interessantes, isso são...
E ainda tem gente a esculhambar o nordestinos dizendo que somos nós que estamos votando em peso pra eleger a chatíssima Gysellle... gente, o buraco é muito mais acima...
Sim, querid@s, decepcionem-se comigo... hehehe... estou vendo e, ainda por cima, estou gostando...
Como a Bibi, eu resolvi ver o BBB porque Duas Caras é ruim demais e bem que eu gosto de um besteirol brasileiro. Então, há uma semana comecei do primeiro (foi dureza driblar os jornais pra não ver quem já tinha saído) e, ao contrário do ano anterior, achei que o pessoal era um pouquinho mais "diversificado".
Bom, mas isso é o que eu acho:
Ninguém é mais insuportável que o "dr. Marcelo", NINGUÉM, nem o Fernando, machista, pitboy de fraldas, era mais duro de aguentar. Engraçado ver como a gente acaba vendo as coisas de forma tão diferente de outras pessoas.
Pra mim, o Marcelo é O mala. Não acho que ele é nem um pouquinho inteligente, se fosse não ia falar uma quantidade tão grande de besteira, nem agir de forma tão infantil. Pra ser um psiquiatra, o homem ainda precisa de muita análise. É totalmente desequilibrado e paranóico. Faz tanta fofoca e confusão quanto a Talita. Gente, pleeeeeeeeeeeeeeeease! tira esse homem daí, já bastou dar o prêmio pra aquele "protótipo de mala", Domini.
Esses telefonemas pra casa estão fazendo a coisa mais interessante, mas por outro lado facilitam muito a manipulação do programa. É fácil, pra direção do programa, escolher tarefas pra cada pessoa e só jogar quando aquela pessoa atender o telefonema. Dessa forma, podem deixar a pessoa numa saia justa ou facilitar a vida pra ela. Altamente questionável.
De vez em quando, tento ver as câmeras ao vivo (assisto pela globo.com), mas é difícil ter alfo que "valha a pena" (deixo rolando por trás da tela em que estou trabalhando ou fico na máquina de costura, só ouvindo). As edições do BBB podem ser interessantes, mas manipulam demais, o queridinho da hora é o MALA... saco.
Engraçado como esses garotos são uns "machinhos", o tal do Fernando era uma piada ambulante e agora vem esse Marcos a querer controlar a outra. Vixe, quanto homem babaca, o mais espertinho é o Rafinha.
Gente, a Thati não é lésbica? de onde saiu aquela beijação toda com o Marcos? sei não...
Resumindo, eu até gosto de Thati, Marcos, Rafinha, Felipe e Natália. A Gyselle e a Juliana não fazem muita diferença. Mas li que a Gyselle está na frente de todo mundo... como assim?
Nesse paredão, gosto dos três, mas acho que preferia que a Nat saisse.
Entre todos, estou torcendo mais pela Thati, acho a mais gente boa e muito forte.
"Antigo militante do progressismo, editor do primeiro jornal voltado à defesa dos homossexuais no Brasil (Lampião da Esquina, anos 1970), Aguinaldo Silva é agora o patrono de uma verdadeira ode ao conservadorismo, entoada ao público em capítulos diários. O tratamento que vem dando a alguns conflitos seriíssimos do cotidiano carioca, foco de sua novela, está carente de equilíbrio e longe de permitir ao telespectador um julgamento isento do que lhe é oferecido.", Duas Caras para um só discurso - Observatório da Imprensa - LEIA o texto na íntegra aqui.
Faz tempo que as novelas entraram num esquema de se "inspirar" em cenas de filmes ou mesmo em histórias completas. Na minha opinião, essas "referências", são plágio descarado, falta de imaginação, já que ninguém é informado de onde elas saíram.
A última, que eu vi, foi a tal da história do professor Macieira que chamou o aluno - Rudolf Stenzel - de "zumbi" e está sendo processado por racismo. Isso, nada mais é, que uma cópia cara de pau da história central do livro The Human Stain (A Marca Humana), de Philip Roth, que eu li há uns quatro anos e virou filme com o genial Anthony Hopkins e Nicole Kidman.
No livro, o professor (exatamente como na novela) está fazendo chamada e comenta sobre dois alunos que ele nunca viu, que nunca compareceram às aulas: "Are they real or are they spooks?" ("Eles são de verdade ou são fantasmas?"). Acontece que a palavra spook também foi usada como um termo pejorativo, referindo-se a afro-descendentes, lá pelos idos dos anos 50 e o professor é afastado da universidade... claro que o livro tem muitas nuances, vai além e tem um final interessante (apesar de não ser dos melhores livros que li)... já a novelinha vagabunda trata o tema da forma mais detestável possível, avacalhando a Lei Afonso Arinos.
Além da falta de imaginação e apropriação do trabalho alheio, Aguinaldo Silva - que vive em estado de negação em seu blog, agradecendo a Deus pelo "sucesso" da sua novela horrorosa - parece fazer parte de um rancoroso e caricato grupo de extrema direita, que odeia tudo que tenha alguma referência a direitos humanos ou que possa vir a ser chamado de "políticamente correto". Se se assumir de "esquerda", então, é motivo de chacota, como os movimentos sociais, alunos e ex-militantes contra ditadura que, na novela, são mostrados como bobos da nojenta côrte aguinaldiana
Essa é, sem dúvida, a pior novela que eu já tentei assistir (e olha que o páreo é duro). Chegou a um ponto em que nem vejo mais, estava tentando assistir aqui e ali pra comentar, mas dá embrulho no estômago e vontade de vomitar cada vez que aparece mais uma dessas suas tiradas tão "originais" quanto fascistas.
Se estão acompanhando, não deixem de ver tudo com as as antenas bem sintonizadas, vendo tudo de uma forma crítica. Dali não se aproveita nada, a não ser um exercício de identificar a que ponto a direita brasileira pode chegar quando tem o poder de produzir novelas para milhões de telespectadores...
Jô Soares ridiculariza mulheres angolanas e é investigado pelo MP
Eu não suporto Jô Soares e não é de hoje. Já lá pelos anos 80, quando ele começou e virou hype, eu detestava seu estilo arrogante, de querer aparecer mais que o entrevistado, saber mais que ele, lembrar que estudou em colégio suíço e que fala vários idiomas. Um espetáculo constrangedor de se ver (sim, vi algumas vezes, quando o entrevistado me interessava muito).
Mas, às vezes, ele consegue ser ainda pior que o usual. Dia desses, soube que ele arrumou um medicozinho desatualizado e anti-ético pra ridicularizar que tem fibromialgia. Total desinformação e preconceito em relação a um problema que causa muito sofrimento a muitas pessoas e que é levado a sério por aqui.
Algumas pessoas me escreveram pra assinar um documento contra o programa, mas achei que ele não valia o esforço e o melhor seria ignorar. Mas foi um equívoco, as imbecilidades que ele faz e diz tem mais é que ser divulgadas, pra acabar com sua imagem.
A criatura tem se superado em sua grosseria e preconceitos. Há umas semanas, li no blog da Ana Lucia e vi através de um link que tinha por lá a pior entrevista entre todas as porcarias já apresentadas no tal programa.
Nela, um tal de Rui Moraes e Castro, branquelo azedo que ninguém sabe quem é, fala sobre a vida sexual das mulheres angolas. Tudo foi um espetáculo grotesco, o entrevistado ignorante, Jô Soares sem um pingo de bom senso e o público macaqueando e rindo de tradições dolorosas para as mulheres angolanas.
Brasileiros vivem reclamando que sua imagem no exterior é só de mulher gostosa, samba, futebol e crime, mas quando trata de mostrar a Africa, a imprensa brasileira só explora a miséria, o exótico, o inusitado. Como sempre, a gente reclama dos outros, mas não olha pro próprio rabo.
Clique na foto abaixo pra ver o Programa na Globo.com:
A Embaixada de Angola emitiu um comunicado, com o título de "Equívocos num programa de televisão", criticando a forma como o país foi mostrado no programa:
"Com a manifesta conivência do entrevistador, aparentemente apostando em estimular índices de audiência, recorrendo ao primarismo do culto ao bizarro, o entrevistado deturpou e manipulou tradições culturais e costumes locais, dando-lhes colorido anormal.
Aparentemente incentivado pela objetiva cumplicidade histriônica do entrevistador, o entrevistado, sem a sustentação acadêmica ou sequer a seriedade intelectual da simples testemunha, mergulhou na ignorância, maltratando crianças, mulheres e homens angolanos (...)
mais uma vez, o apelo ao exotismo, real ou imaginário, foi usado como meio de marketing, para vender jornais, programas de rádio ou de televisão de má qualidade. Desconhecendo a própria geografia do país e as suas fronteiras, ao referir, com manifesta ignorância de causa, a existência de uma fronteira com a África do Sul, o entrevistado deu evidente prova de falta de credibilidade intelectual
Neste caso, milhares de brasileiros, que porventura tenham assistido ao programa, foram atingidos pela ignorância de um entrevistado que, em linguagem exibicionista, permeada de preconceitos raciais e culturais, interpretou, de acordo com os seus próprios padrões, hábitos e costumes locais. A responsabilidade não lhe é exclusiva. O autor do programa e a sua produção, ao convidarem o entrevistado, não usaram dos cuidados próprios e necessários a quem é responsável por programas ou veículos de mídia
Por essa e outras, não vale a pena perder seu tempo com esse programa, "ir pra cama com Jô" só dá embrulho no estômago e pesadelos.
"Biscoooooooooito, eu quero biscooooooooooito" - Só para adultos
Estou melhor do resfriado, mas ando ocupadíssima, tenho uns frilas atrasados, quero terminar uma linha de bolsas até o final de semana pra poder divulgar aqui no blog (mal posso esperar!) e a nossa pobre casa está um caos... mas tinha que escrever sobre isso!
Lembram da Vila Sésamo? que no Brasil tinha o Ênio, o Beto, Garibaldi e até a Sônia Braga? eu era pequena e A-DO-RA-VA, são ótimas lembranças da minha infância.
Pois é. Os primeiros episódios da Sesame Street acabam de ser lançados numa caixa especial, aqui nos EUA. Mas com um aviso bem grande, deixando bem claro que esse DVD é para adultos e não é adequado para as crianças de hoje, acreditam???!!!!
hahahahaha... e como diz o The Guardian, não é por causa da psicodelia dos anos 70, mas é o politicamente correto chegando aos programas infantis.
E sabe o quê? eu acho que até que eles têm razão! num país onde a obesidade é alarmante e os biscoitos Oreo são alguns dos maiores culpados, o monstrão simpático (alguém lembra o nome dele no Brasil?) repetindo "Biscooooooooooito... eu quero biscoooooooooito" e se acabando com eles não é lá dos melhores exemplos. eu lembnro que ficava louca de vontade de comer biscoito quando via o programa.
Fora isso, parece que também tem umas outras figuras hardcore pras pobres criancinhas inocentes de hoje em dia. Não consigo imaginar o quê.
Esse povo aqui é muito complicado mesmo. Acham que o Sesame Street não é adequado pra crianças, mas permitem uma coisa como esse reality show, Kid Nation, onde expôe as crianças a situações de estresse e humilhação pública. Uma vez, eu vi esse aí por 2 minutos, com as meninas reclamando que era sempre elas quem arrumavam a casa (ou tenda, cabana sei lá...)...
E sem falar em Weeds. Tá bom que é TV paga (aqui, TV paga pode tudo) e passa tarde da noite (se a garotada for esperta - e é - pode ver a qualquer hora, no on demand), mas eu e Ted ficamos impressionados com a cena de Shane e Isabelle fumando maconha, deitados na grama. Eles têm uns 9, 10 12 anos de idade.
Se a gente achava que o Brasil era o país dos contrastes, nem imaginava o que é isso aqui.
ps.: Só pra deixar registrado, nós adoramos Weeds.
No Brasil, toda terça-feira às 23:30h, no Canal FX, pela TVA.
Aqui nos EUA, toda as quintas, às 9/8c, na NBC (TV 14). Pelo Netflix, dá pra assistir às 1a, 2a e 3a temporadas e mais os episódios que perderem da 4a, online.
Acabei de descobrir que o meu "vídeoclube", Netflix, tem um monte de filmes que a gente pode assistir no computador, sem esperar que chegue pelo correio!
Desde ontem, estou numa maratona de The Office, fiquei assistindo até tarde, acordei às 3 da manhã (Ted tá viajando), vi mais um e dormi de novo...
Só parei pra malhar hoje de manhã, não consegui nem ir pro cinema, como eu tava planejando. É muito engraçado!
Alguém sabe em que canal e horário passa no Brasil?
Mas esse bochechudo é qiue é a coisa mais FOFA. Pra quem assiste ou assistiu... o clima/namoro da secretária e esse menino é uma delícia, né, não?
Aliás, semana passada, aluguei um DVD da versão britânica, que é o original, pensei que seria melhor (acho que já vi alguém falando isso por aqui), mas gostei muito mais do americano.
Atualização:
Estou (dia 09) sofrendo com uma séria crise de abstinência. Estava toda animada, no quarto espisódio da terceira temporada quando o Netflix avisou que eu tinha chegado ao limite mensal de filmes online: 14 horas. E ainda estamos no comecinhho do mês. Justo quando Jim (Big Tuna) volta para Scranton... ahhhhhh... preciso alugar os DVDs imediatamente. E na próxima semana começa a quarta temporada, preciso terminar logo a terceira!
Gente, estou pasma com a criatividade de vocês, como sou simplória! confesso que não pensei em nada disso. O Pablito tem um ótimo post explicando, tim-tim por tim-tim porque foi a Alice quem matou a Taís. Me convenceu, fofo!
Continuando...
Não tá parecendo que foi o pai de Alice quem mandou a garrafa pra Marion? afinal, foi logo depois daquele papo dele com Marion e Ivan, que disse que ela não deixa ninguém tocar na sua garrafa de gin...
E mudando de assunto, eu estou encantada com o Wagner Moura. Ele é muito bom, depois de Mateus Nachtergale, foi o melhor ator de "nova geração" que apareceu, o cara está arrasando de Olavo, não dá nem pra ter raiva das baixarias dele.
Aliás, que novelinha boa, não sei nem quando vai acabar (sexta-feira?), mas ela tá no fim e continua mantendo um ritmo muito bom. Isso, claro, sem fazer nenhuma análise mais aprofundada, porque aí, novela é tudo igual, cheia de preconceitos...
Eu sei, eu sei, não adianta ter pena de ninguém, menos ainda de uma milionária piradinha como a Britney Spears, mas eu morro de pena dessa moça.
Eu achava que ela ainda tinha alguma chance de voltar a fazer sucesso, afinal as musiquinhas dela grudam como chiclete, mas depois dessa apresentação no VMA, anunciada como um "comeback", lançamento da nova (?) música "Gimme More" (algo como "Dê-me mais", bem sugestivo), já tô duvidando....
Acho que a pressão de dublar e dançar em frente a outros artistas que estão no auge, em um programa ao vivo, fora de forma pros padrões hollywoodianos (afinal, ela tem dois filhos, histórico de alto consumo de álcool e drogas, não dava pra ser muito diferente), com uma musiquinha estúpida e com os tablóides esperando, como abutres, seu fracasso, fizeram a moça congelar na apresentação.
Parecia mais uma daquelas moças que se apresentavam em programa de auditório, do canal 2, na hora do almoço, lá em Recife. Percebam a subida sem jeito na escada, logo no começo...
Aliás, vejam o vídeo (alguns minutos, porque todo não dá) . É constrangedor. O público também parece entre entediado e perplexo. E ela parece estar querendo terminar logo a tortura (nós também!), sem conseguir dançar direito, um cabelo pavoroso e um rosto que mostra uma moça vulnerável que, aos 25 anos, parece que já deu o que tinha que dar (que não foi muito).
Especula-se que a MTV fez de propósito, colocando Britney pra pagar mico, porque sabiam que isso daria mídia. Não duvidaria nada. Como todo mundo sabe, o showbizz é cruel, usa como pode, tritura, mastiga e cospe fora, como se diz aqui.
Pra enterrar de vez a cantora, a próxima a se apresentar no VMA foi a detestável comediante Sarah Silverman, que disse (ironicamente, claro), sobre Britney: "Ela é incrível (...) Ela tem 25 anos e já conseguiu tudo que tem para conseguir na vida"... ouch...
E completou: "Vocês já viram os filhos de Britney? Meu Deus! eles são os erros mais adoráveis que você vai ver! são tão fofinhos quanto aquela vagina pelada de onde eles saíram.”... gente, que horror... tinha que vir daquela racistazinha branquela metida a besta. Foi bem estratégico, pra MTV, botar a comediante logo após a cantora...
Ainda assim, a moça encontrou forças pra sair do VMA pra uma festinha e, no caminho, mostrar, mais uma vez, a tal perereca pelada (citada pela Silverman)... gente, essa moça precisa de ajuda urgente!!!
E eu continuo tendo um sentimento quase maternal em relação a Britney Spears, queria mesmo é que ela criasse juízo, sumisse uns tempos, se fortalecesse, botasse umas calcinhas, pelo menos pra sair de casa, e encontrasse um rumo na vida, afinal tem dois menininhos aí que precisam dela.
PS.: E, atenção, eu não estou dizendo que a moça está gorda, não, hein? eu acho que ela perdeu muito a cintura, mas ainda tem um corpo lindo, só que, pra os padrões anoréxico vigentes, botar um bikini com esse peso parece que é crime...
Nancy (Mary Louise Parker) mora em Agrestic, um tradicional subúrbio de classe média alta americano, onde as casas são todas iguais e as pessoas frustradas com a vidinha insípida que levam. Todas dentro das suas "caixinhas".
O marido morre de repente e ela fica com os dois filhos pra criar. Como nunca tinha feito nada da vida, e percebe que o mercado é promissor, resolve vender maconha na vizinhança.
As duas primeiras temporadas foram de crescimento do negócio e foram muito engraçadas, mas até eu, que não sou moralista em relação a isso e reconheço o valor terapêutico da maconha, já estava achando que ela estava se dando bem demais pra uma traficante que vendia maconha pra garotada.
Nessa terceira temporada a moça tá pagando o preço. Tá mais dramático e menos engraçado, mas muito bom! Passa na segunda-feira às 10 da noite, no Showtimes.
ps.: Eu ADORO Mary Louise Parker!
A abertura é sempre com a mesma música, com vários intérpretes:
Little boxes on the hillside, Little boxes made of tickytacky
Little boxes on the hillside, little boxes all the same
There's a green one and a pink one and a blue one and a yellow one
And they're all made out of ticky tacky and they all look just the same.
And the people in the houses all went to the university
Where they were put in boxes and they came out all the same,
And there's doctors and there's lawyers, and business executives
And they're all made out of ticky tacky and they all look just the same.
And they all play on the golf course and drink their martinis dry,
And they all have pretty children and the children go to school
And the children go to summer camp and then to the university
Where they are put in boxes and they come out all the same.
And the boys go into business and marry and raise a family
In boxes made of ticky tacky and they all look just the same.
Californication
Começou há pouco tempo, é muito engraçado. Um escritor muda de NY pra LA, faz um bestseller que vira um filme que ele odeia, cai na farra e perde a família. Adora a ex-mulher (que vai casar de novo com o caretésimo Bill) e a filha que, um dia, encontra uma moça deitada nua no quarto dele e diz "pai, tem uma moça nua no seu quarto, ela não tem pelos pubianos, será que ela está doente?"...
No último episódio uma mulher de uns 38, 40 anos, insegura, recém separada, tira a roupa pra ele e pergunta o que ele acha, sinceramente. Ele diz que, visivelmente, os seios são reais e ela tem pelos, o que faz com que ele se sinta transando com uma mulher adulta pela primeira vez, em muito tempo... hehehehe... passa logo depois de Weeds. É ótimo.
Dexter
Assistimos no "on demand", todos os episódios da primeira temporada em poucos dias. É inteligente, às vezes dramnático, às vezes com um humor muito pesado. Dexter é um investigador forense (é assim que se diz?) e serial killer. A série vai na primeira pessoa, com Dexter falando sobre sua dificuldade de se relacionar com os outros, ter sentimentos comuns como amor, ódio, prazer, carinho. Não dá pra contar muito, senão perde a graça, tem de ver. O final dessa temporada foi fantástico. A próxima começa no final desse mês e mal podemos esperar. Sim, o ator é aquele mesmo de Siz Feet Under.
Eu tinha lido alguma coisa sobre essa entrevista, mas ainda não tinha visto, achei lá no blog da Anita e morri de rir. Maravilhosa!
Steven Colbert é um jornalista/humorista que faz um programa onde ele representa um entrevistador de extrema direita. Claro, sempre sacaneando os direitistas e suas idiotices. Ele é genial e sempre deixa os entrevistados na maior saia justa.
Num programa no começo do ano, Colbert colocou Jane Fonda em sua lista de "fantasias" (foto) e de pessoas que ele gostaria de entrevistar mais uma vez (ela já esteve duas vezes no programa)...
Lá foi ela divulgar o filme Georgia Rule e... passou a entrevista toda no colo do moço, com direito a beijo na boca e confissão de que ela vinha "sonhando com os lábios dele", alisou o rosto dele e ainda levantou a blusa.
Eu fotografei Jane Fonda bem de pertinho, numa marcha pela paz, aqui em Washington e ela, aos 70 anos, está linda e super chamosa (adoro o cabelo dela).
Agora, engraçadíssima foi a cara de Colbert, vermelhinho e preocupado com o que a esposa vai dizer quando ele chegar em casa, não tava com cara de ter sido nada combinado (talvez a produção do programa tivesse planejado, mas pegaram o coitado de surpresa).... hehehehe... come on, a "patroa" tem de perdoar, afinal "Jane Hanoi" é um ícone e tava mais corajosa que Barbarella nessa entrevista! hehehehehe...
Caramba... nunca vi uma série tão instigante. Six Feet Under continua sendo a mais bonita, mas LOST é muito interessante e o final dessa temporada foi genial.
Para evitar "spoilers", ou seja, que eu acabe escrevendo sobre coisas que aconteceram nessa última temporada, estragando as surpresas para quem ainda não viu, vou escrever esse post na página de comentários. Quem quiser ler e comentar, basta dar um pulinho lá... aqui, não falo mais nada.... boca de siri...
... sobre um projeto criado por Kazi (que foi um adolescente que vivia nas ruas), de saco cheio da exploração das idéias de dinheiro e violência no rap. O documentário traça a evolução de um projeto com grupo de jovens do Haarlem, formado por ele, que cria seu primeiro album de hip-hop, esperando transformar a indústria de música e a vida de cada um deles (se for, eu vou sozinha, Ted ODEIA hip-hop).
Muito interessante, mas, é na mesma hora de...
Eu sei, eu sei, eu sempre posso puxar o episódio mais recente em alguns dias, na net, mas sabe como é vício... é fogo... não sei o que fazer porque também posso esperar e ver o filme em DVD e matar a vontade de ver logo Lost que está bom DEMAIS... o que vocês fariam?
Finalmente, depois de muito exercício para conseguir não ler o que se escreve sobre Lost, eu assisti ao 14o e último episódio. Agora posso começar a acompanhar a série às quarta-feiras à noite.
Vou fazer apenas um comentário sobre o último episódio, que não chega a ser um spoiler, porque não tem influência nenhuma na trama e acho que muitas pessoas nem prestaram atenção... finalmente, um gay em Lost!
Num flashback de um papo entre Shannon e Boone, no aeroporto, depois dele ter falado com Rodrigo Santoro (foto acima), ela diz: "Se você parar de azarar qualquer cara que encontra, talvez a gente consiga entrar no avião."
Na temporada anterior, ela já tinha dado uma dica, quando Boone e Locke passavam os dias "caçando javalis" e Shannon perguntou "O que você está fazendo aqui...ele é seu novo namorado?"
Lost é um dos seriados mais conservadores que já vi (porque é feito pra TV aberta americana), numa ilha daquela, todo mundo lindo, debaixo do sol, cheio de amor pra dar, cpm pouca roupa e ninguém se agarra, nem transa. E o único gay (na verdade, bissexual), até agora, já tá morto.
Enfim, não vou escrever mais nada aqui, pra não estragar as surpresas de ninguém, mas deixo o espaço dos comentários pra quem quiser falar sobre o que tá achando da série e comentar à vontade, sobre os últimos capítulos.
Atenção, quem ainda não viu o episódio mais recente, saiba que pode ler mais do que gostaria, nos comentários, hein?!
ps.: Percebam que Santoro está com um moleton escrito "Brasil".
Quando a gente pensa que o mundo da moda já chegou ao máximo da misoginia e vai começar a melhorar, aparecem coisas como essa...
Eu nunca vi esse programa, mas é tipo um reality show, que escolhe, entre várias meninas, a que vai ser a Top Model do ano. Elas precisam fazer fotos de moda de todo tipo e a "tarefa" dessa semana foi essa maravilha aí acima.
Inspirada na sofisticação e glamourização da mulher violentada, espancada e morta (que não é novidade, como sempre lembra a Cris), cada uma das concorrentes fez um ensaio com roupas sofisticadas, um editorial de moda, com imagens de mulheres mortas de várias formas e, pelo jeito, quanto mais violento melhor.
Pra completar, os comentários dos jurados sobre as fotos:
Nigel:A expressão no seu rosto está simplesmente extraordinária. Muito bonita e morta. (foto 1)
Nigel:Eu concordo que essa é uma fotografia de moda, mas você não parece morta pra mim. Parece que ainda está morrendo. (foto 2)
Nigel:Essa é uma grande foto. A morte se tornou você, young lady. (foto 5)
Miss J: O que é maravilhoso nessa foto é que você também parece bonita na morte. (foto 6)
Miss J: Essas são bonecas quebradas. Elas são marionetes... (foto 7)
E depois a Tyra Bank, modelo que produz esse American Model vem falar em "girl power", em aceitar o corpo como é, em tolerância e diversidade num programinha diurno que ela faz. bullshit!
Impressionante pensar a que ponto se trata essas modelos como objetos descartáveis... e a gente achava que os concursos de miss eram o fim. Incrível como pode ser cada vez pior.
O (teórico) sumiço não é viagem, não, Paoline, é TPM mesmo. Das brabas.
Pra melhorar, entrei numa maratona Lost (já que ando meio que feeling lost).
Acho que não me interesso muito pelo "mistério" da ilha, afinal a coisa vai ficando tão enrolada, tão fantasiosa, com fumaças negras interagindo com pessoas, ursos polares, cavalos... que tudo é possível.
Aí, não me interessam mais as "respostas", mas o desenrolar da historia. Já vi que vou morrer de saudades desse povo, quando acabar...
Não gostei do "Lost do B". Eita povinho sem graça... a Ana Lucía, latina, fortíssima e linda podia ser menos afetada (aliás, a Michelle Rodriguez foi presa dirigindo embriagada e estava num desfiles de moda com uma dessas argolas de sensores policiais no tornozelo)
Mas estou adorando a história de cada um(a). Meus preferidos: Sayid, Sawyer, Locke e Hurley. A história de Sayid é fantástica e ele assumiu o posto de mais sexy, pra mim. O pior: Charlie, ai que saco... Eko é interessantísismo. Já o Dr. é mala. Lindo, gente boa, mas mala, a esposa que ele "consertou" que o diga.
As falas de Sawyer e Hurley (dude...) são as melhores. Ontem morri de rir com Sawyer dizendo que o segredo de alguém ia virar a nova fofoca na "coconut internet"... hahahaha... e é ótimo como ele sempre tem um nome pras moças: freckles, sunshine, cupcake, hotlips...
Evangeline Lilly é linda, eu sei, mas não acham que ela tem quase sempre a mesma cara? sabe como é, assim meio de lado, com cara de "what?" Adoro o sotaque da Claire. Também gosto muito de Sun, a coreana e o marido.
E a Libby e o ...., hein?! tomara que role... ;-)
Pra quem tá vendo... quais suas impressões? de quem vocês gostam mais ou menos? mas cuidado, com os comentários, pra não estragar as surpresas pro pessoal e pra mim, ainda tô no 4o DVD da 2a temporada.
Atualização: Já no final da segunda temporada... descobri o que é que falta nesse LOST: sexo. O que L Word tem de mais, esse tem de menos ;-) como é que pode aquele povo todo lindo, suado, debaixo do sol, o dia todo, com umas roupinhas pra lá de sexy e só o casal coreano é que transa?!
Hummmmm... fui falar... hehehehe...
ps.: Já tô cansada dessa TPM todo mês... humpf... : - /
Não assisto muito televisão, vemos principalmente filmes mas, sempre que posso, acompanho alguns seriados pela TV a cabo ou quando sai em DVD. Pela televisão, a gente sempre esquece o dia e a hora.
Bia comprou a primeira temporada de Lost e eu acabei de comprar a segunda. Desculpa o trocadilho infame, mas estou perdida... é dureza conseguir me concentrar no trabalho, a dois metros da cama e da televisão, com mais 4 episódios e uma temporada inteirinha me esperando.
É muito bom, muito inteligente, cheio de mistérios, ótimos atores e atrizes. Vocês têm toda razão... e o que é esse Dr. Jack? benzadeus!!!!
Minhas impressões sobre Lost:
Caramba... esse médico trabalha mais que o pessoal da Restauração...
Gosto do Locke
Odeio Sawyer. (cada vez menos)
Tava animada por colocarem um iraquiano gente boa... tinha que ser torturador... humpf... :-/
O gordinho é o melhor, Dude...
A gravida é tão fofa!
A Kate é linda, adoro o tipo musculoso dela. Sabem que a casa dela (Evangeline Lilly) pegou fogo e ela perdeu tudo que tinha dentro, lá no Hawaii onde eles filmavam o Lost?
Carlinha, agora entendi porque você gostou tanto! :-) também acho o Hurley o melhor, e muito inteligente.
Said é uma gracinha mesmo, mas o passado de torturador, perfeitamente dispensável...
E Jack... sei não, tá ficando muito bonzinho-mala.
Já o Sawyer é mais complexo, apesar do tipo canalha não fazer mais meu tipo (sim, Gi, já fui vítima dessa fascinação terrível, mas me curei... hehehehe...) ele é bem interessante.
Gente, é muita surpresa, uma atrás da outra, já tô até cansada de tanto movimento...
Tô no penúltimo disco da primeira temporada e confesso que já tô enjoando... é muita coisa acontecendo, aquele urso polar é patético, fico cansada só de ver aquele pessoal correndo o tempo todo dos "boars" hehehehe... não sou muito fã de filme de aventura, portanto...
Alguns flashbacks são super cansativos e desinteressantes, principalmente os de michael...
E o povo bate e apanha demais, cansa de ver...
O que é mais interessante é começar a entender a história de cada pessoa e mudar a opinião sobre ela, nada maniqueísta.
Tá melhorando de novo...
Respondendo a todo mundo de uma vez:
"Cada dia acima da terra é um bom dia"
(Six Feet Under significa algo como o nosso "Seis Palmos Abaixo da Terra".)
Nunca vi Heroes, Men in Trees, Grey's Anatomy (brincadeira, Soraia, não foi pela homofobia do Isaac Washington, não), nem Alias nem Arquivo X. Serbão, você perguntou se eu já vi "House"ou tava confundindo com "Heroes"?
O problema é que me nego a ver uma série se não for do começo. Ouvi falar que Rome é bem legal, também, mas a Showtime e HBO vão tirando os primeiros episódios, aí não quero... consegui puxar muita coisa do L World (tinha perdido a segunda temporada), mas nunca consigo pegar mais nada, alguma dica? ;-)
Queria muito acompanhar Office, adoro Steve Carrel, assisti um dia e amei, mas quero pegar o DVD e ver do começo. Também gostei de Scrubs, é bem levinho, e queria muito ver Brothers and Sisters, porque eu adoro a Rachel Griffiths, que era a Brenda em Six Feet Under (o melhor seriado que já vi na vida!).
Gente, confesso até que nunca vi esses CSI e nem Law & Order, precisa ver do começo ou cada episódio é isolado?
Mas, a verdade é que, se eu não tiver o DVD, eu acabo esquecendo os horários, porque a televisão nunca tá ligada e tem canal demais, nunca sei onde passa, é muito confuso...
Somente nunca esqueço de Project Runway e Top Chef, apesar de que a marmelada tá tirando a graça dos dois. Estou tentando ver Top Design, mas é chatésimo, os decoradores bregas e o juri ridículo.
Ah... tem mais, detesto ficção científica e não gosto muito de aventura, por isso, minha paixão pelo seriado que se passa com uma família dona de uma agência funerária... hehehehe...
E já que estamos falando no assunto, comprei numa promoção (compra um, leva um de graça) todas as séries d'A Feiticeira e Jeannie é um Gênio. Também tenho Perdidos no Espaço e quero comprar A Noviça Voadora, Viagem ao Centro da Terra e Túnel do Tempo, quando tiver em promoção.
Mas, "não sei porquê", não é mais tão engraçado como quando eu vi na primeira vez, mas vale pela nostalgia e pela curiosidade, Fiquei chocada com o machismo da Feiticeira, claro que tinha que ser assim, afinal era começo dos anos 60, dirigido à família conservadora americana, mas é quase inacreditável... qualquer dia falo sobre isso aqui.
Já disse que eu adoro L World, né? no último post que eu fiz sobre o seriado alguém comentou que o problema é que elas são todas muito bonitas, muito elegantes, muito gostosas, fora da realidade.
Tem razão, em parte, mas nem toda mulher hetero é deslumbrante e chiquérima como a Carrie ou Samantha (de Sex and the City), é a mesma coisa. Nesses programas, a imagem é sempre de glamour, porque seria diferente em L World? porque são lésbicas?
Acho que o seriado é feito pra agradar a comunidade lésbica e elas querem mesmo é ver mulheres lindas (lembrem-se, elas gostam é de mulheres), da mesma forma que nós mulheres hetero adoramos ver o Dr. Jack aí acima e os homens babam pela Angelina. Então, deixa elas... sem falar que uma das mais maravilhosas a (hetero) Kit é bem gordinha e afro-americana (ela foi a maravilhosa Jackie Brown, de Tarantino, alguém lembra?)
E até que tem uns personagens mais andróginos, também, como Max que é transsexual, a militar e a própria Shane, a queridinha de 10 em cada 10 lésbicas, que é belíssima. Também não dá pra esquecer que a história delas se passa em Los Angeles, num meio bem modernoso mesmo.
Essa temporada começou meio chatinha, mas tá melhorando, só é quase insuportável assistir qualquer cena da tal da Jeeeeeeenny... aaaaaaaahhhhhhhhhh!!!!!! como disse Vanessa, ai que mulher chata!!!! como é que tiram a divina Carmem e deixam aquela mala, com um personagem cada vez maior?!
Outra coisa é que, convenhamos, esse pessoal transa demais... dia desses, tava vendo uma reprise na TV a cabo e comecei a usar o "fast-forward" quando começava a agarração. Nada contra, acho que no começo foi até educativo, as cenas são tão explícitas que juro que nunca tinha visto nada igual, nem sabia que a coisa rolava daquele jeito... hehehehe...
E entendo que as meninas não têm muita visibilidade e as cenas de sexo entre mulheres em filmes parecem feitas para homens, ao contrário do sexo em L World... mas, gente, quatro casais diferentes transando num mesmo episódio que dura (quanto tempo?) cerca de uma hora, é demais, pra quem não fica "turned on"... é meio monótono... só no fast-forward pra aguentar...
Ps.: Pelamordedeus, alguma lésbica poderia me dizer uma outra forma de se referir a elas, porque é um saco escrever a mesma palavra "lésbica" trocentas vezes... ajudem aí... quais as palavras "aceitas na comunidade"? :-)
________________________________
Agora vou lá pra debaixo do meu edredon branquinho e fofinho assistir Lost até não aguentar mais....
Ainda não tive tempo de visitar quem participou da blogagem coletiva, porque tive muito trabalho, o dia todo, mas amanhã apareço por na "casa de vocês" pra ver o que aprontaram :-)
Bom fim de semana, gente (aliás, aproveitem pra "enlouquecer" um pouco e depois me contem o que aprontaram... hehehehe)
O Channel 4, empresa que exibe o programa, recebu um recorde de 22,000 reclamações, indianos foram pra rua protestar (foto) e a polícia investiga denúncias de racismo contra a atriz indiana Shilpa Shetty, que está sendo vítima de abuso por parte de branquelos ingleses que fazem comentários jocosos sobre o fato dos indianos comerem com a mão, dizem que ela queria ser branca, ridicularizam sua pronúncia e chegaram a chamar a bela atriz de "cachorra" (dog).
Segundo o cineasta de "Bollyood", Mahesh Bhatt, "[Big Brother] é um espelho da sociedade britânica, não é nenhuma aberração. Temos é que agradecer ao Channel 4 por revelar o preconceito escondido da Inglaterra".
"Para sentar e trocar uma idéia até rola, eu até tenho um amigo que é viado. Mas se for para ficar reunindo aquele grupinho de viadinhos para ficar mexendo comigo, aí leva porrada mesmo."
Essa foi a afirmação de Felipe, um dos integrantes do Big Brother Brasil, não apenas se mostrando homofóbico, mas também incitando a violência contra homossexuais. (Leia mais aqui)
Welton Trindade, presidente do Estruturação, comenta polêmica envolvendo participante do BBB:
"Queríamos o diálogo com a Globo, mas ela se comportou de forma prepotente. Primeiro, disse que não exibiu o diálogo. Depois de mostrado a ela que, sim, ela o veiculou, ela teve de admitir o fato. E agora, se recusa a pedir desculpas e a repreender o participante. Vamos agora ao Ministério Público. Diálogo parece que não funciona com a emissora. Contra o participante estamos preparando a entrada na Justiça contra ele de uma ação ordinária de reparação. Queremos ensinar a ele que, em um mundo civilizado, as coisas se resolvem na Justiça e que ele não pode em nenhum lugar, quanto mais em um programa de TV, incentivar a violência."Veja entrevista completa aqui
Hoje vi um jornalista de extrema direita da CNN criticar o "politicamente correto", porque ele impede a "livre expressão" (de novo ela) e é importante que "se mostre as coisas como elas são"... e eu acho engraçado é o povo de esquerda, que se diz tão progressista fazer esse jogo de esculhambar com os que, simplesmente, acham que é fundamental se manter o respeito e tratar uns aos outros com dignidade. Isso é ser "politicamente correto".
Tudo começa com piadinhas racistas e homofóbicas que a garotada ouve dos pais e acha que "tá liberado". Depois fica todo mundo chocado com a violência. Ela começa em casa mesmo.
Quanto ao programa, declarações como essa não seriam aceitas em nenhum meio de comunicação, porque é que no BB pode?! Tem mais é que botar pra fora, imediatamente. E grupos devem entrar na justiça para punir os culpados. Racismo e homofobia são crimes e devem ser tratados como tal.
Como estou incrivelmente ocupada, infelizmente, não posso comentar todos os comentários, como eu gostaria, mas vou fazer algumas observações em geral, aqui mesmo, OK?
1. Primeiro, deixa dizer que respeito a opinião de todo mundo , ainda que discorde completamente de algumas posições colocadas aqui, mas são todas muito benvindas.
2. Não existe nenhuma privacidade no programa, o fato dele ser "reality show" não muda nada. Se fosse um neo-nazista defendendo seus ideais, estava expulso na hora, porque defender a violência contra gays pode? sim, porque ali todo mundo sabe que está sendo filmado e ao dizer que dá porrada em gay, o tal do "Cobra" está reforçando essa conduta.
3. O Brasil é o país do mundo que tem mais casos de violência contra homossexuais. Logo atrás, vêm o México e os Estados Unidos. Casos como o do casal gay espancado numa praia carioca, sobre o qual falamos muito, aqui no blog, continuam acontecendo e, quase smepre os agressores saem impunes. Pesquisa feita no Rio, ano passado, mostrou que 60% dos entrevistados já tinham sido vítimas de algum tipo de agressão motivada pela orientação sexual.
4. Me desculpem, mas num país onde ainda acontecem barbaridade como essa, porque as pessoas acham que homossexual é "sem vergonha" e merece apanhar, eu fico perplexa que alguém ache que não tem nada demais um cretino como esse tal de Felipe dizer, num programa de televisão (que pode ser pay per view pela internet ou televisão, mas e daí? atingiu, no mínimo, um bom milhão de pessoas) que gay, seja por que motivo for "leva porrada" dele. Preciso lembrar que televisão é concessão pública? e que incitar a violência é crime?
5. Tudo é uma questão de quem tem poder de lobby. Imagino o escândalo que seria se ele dissesse que negros ou judeus levariam porrada dele.
6. E é aí onde entra o grupo Estruturação. Infelizmente, os gays e o movimento gay (como todos movimentos sociais, diga-se de passagem), têm muito pouca solidariedade e vivem numa picuinha interna que só prejudica a todo mundo. Ouvi esse papo de "promoção" e acho muito triste que se alegue isso. Claro que o grupo está usando o fato para promover seu trabalho e sua causa e qual o problema? é através de exemplos, de fatos concretos, que mostramos a homofobia brasileira e deixamos claro que ela não é aceitável. Parabéns para o Estruturação por colocar a questão em pauta!
7. Enfim, os homofóbicos costumam ser pessoas muito mal resolvidas sexualmente, dizer que dá porrada em gays que se insinuarem pra eles, achando que isso é muito normal, é apenas uma forma de reafirmar sua macheza, de se trancar, se acorrentar dentro do armário. Eles podem dizer o que quiserem nos seus mundinhos brucutu, mas falou em um meio de comunicação que é concessão pública tem de se retratar ou então tem mais é que levar processo nas costas...
8. E quanto mais barulho melhor... o mundo não muda nada, se a gente não fizer ondas ou marolas...
L Word (a palavra "L") é um trocadilho com L World (o mundo "L") e uma brincadeira porque se fala muito a "F Word" (fuck - ou feminism), por aqui.
Essa é uma série sobre um grupo de amigas lésbicas, na California, que já está na quarta temporada, mas eu e Ted só resolvemos começar a assistir há pouco tempo e passamos horas assistindo as temporadas anteriores. Vicia.
Claro que podem dizer que é muito "lesbian chic", todas são lindíssimas, charmosésimas, descoladas e quase todas tem empregos maravilhosos, podia ser algo como um "Sexy and the City gay", mas nao é, é muto melhor.
A facilidade para encontrar outras mulheres lindas e gays é enorme, basta se encontrar num cinema, bater o olho e já começam a se beijar. Alias, esse é o único problema do seriado, pra mim, tem sexo demais. Rola uma conversinha e já começa o amasso. Tudo bem, acho que as meninas merecem, mas fica meio repetitivo.
As histórias são muito interessantes por mostrar as relações gays como qualquer relação hetero, com monotonia, tédio, brigas, ciúmes, descompasso na vida sexual. São histórias de mulheres, acima de tudo, por isso eu gosto tanto. Uma tem câncer de mama, outro casal teve um bebê por inseminação artificial, tem as meninas que não sabem se são gays e as que são transgêneros e querem mudar de sexo.
E tem a Jennifer Bells (aquela de Flashdance, lembram?) madura e lindíssima. As minhas preferidas no seriado são Shane, andrógina, misteriosa, sensível e Kit, um mulherão, mais cheinha, única negra do seriado.
No Brasil, passa na Warner, aos domingos à meia noite e, aqui nos EUA, no Showtime, também aos domingos, as 10 da noite (com várias reprises, eu vejo no on demand, porque nunca lembro de ver no domingo).
Nos próximos 50 anos, a população latina triplicará nos EUA. Clique na foto acima, para ver a entrevista com o geógrafo americano William Frey, que fala, para o programa Milênio, sobre a nova configuração demográfica do país com a imigração.
Acabei de ver um excelente programa, da Globonews, sobre a influência árabe na nossa linguagem, arquitetura e outras expressões culturais. Tem belas imagens e comparações entre o Marrocos, Espanha, Portugal, Recife e Olinda.
Arrecife (Ar-Racif), palavra que deu origem ao Recife vem do árabe. Algumas outras palavras de origem árabe: algodão, açougue, tabica, jarra, tarifa, xale, enxoval, zero, açucar, alface, arroz, azeite, alicate, bazar, bairro, divã, enxaqueca, fulano, jasmim... eu adoro a música, a comida, a arquitetura, a literatura.
Para ver o programa (que está com passe livre, mas não fica muito tempo, corram pra assistir), vá até o site http://gmc.globo.com/. Na coluna da esquerda, clique naquele sinal de + ao lado de "Jornalismo", escolha "Globonews", no pé da página, clique no número 2 (vai para a segunda página), o programa, que tem 21 minutos, fica na quinta linha, quinta coluna, lá no finzinho da página.
É sempre bom lembrar aos brasileiros, que têm tantos preconceitos contra árabes, especialmente quando vivem na Europa, a importância da presença árabe no nosso país.
Resolvi publicar esse post, novamente, depois que vi que esse DVD está em promoção nas Lojas Americanas por apenas 29 reais! é uma EXCELENTE sugestão de presente de natal!! nós, aqui em casa, já vimos várias vezes.
Angels in America é uma mini-série americana, com seis horas de duração, lançada em DVD no Brasil e baseada numa peça teatral dos anos 90, mas que se passa nos 80. Já foi considerada uma peça sobre gays, sobre AIDS e sobre a era Reagan e tem tudo isso, mas tem muito mais. É uma reflexão sobre a vida e a nossa eterna necessidade humana de mudança.
Não gosto de ler muito sobre a história, antes de assistir, portanto sabia muito pouco e não vou contar muito por aqui. Apenas que são várias histórias entrelaçadas na Nova York de 1985, quando a AIDS estava começando a ser conhecida e matava, principalmente, gays, sendo vista como uma punição dos céus para seu mau comportamento. Lembrem-se que era, também, a era Reagan e o conservadorismo estava com toda força na "America". (Algo bem familiar nos EUA de hoje).
Angels faz uma mistura fantástica de gays, drag queens (o enterro de uma delas é uma das partes mais "divertidas" do filme), advogados corruptos, lobbystas, mórmons, judeus, história dos Estados Unidos, anjos, demônios, Valium, sexualidade, Nova York, Antártica, camada de ozônio, republicanos, discursos esquerdistas, afroamericanos, "cats" e até o fantasma de Ethel Rosenberg.
Me apaixonei por Belize, um enfermeiro gay e afro-americano, que usa blusinha de paetês por baixo da bata branca e que parece, no início, afetado e caricato, mas vai tomando uma dimensão que é de uma delicadeza, ironia, profundidade e força impressionantes. O ator que fez esse papel, Jeffrey Right, é o único que também atuou na peça. Ele ganhou um Globo de Ouro por sua interpretação.
Num determinado momento da peça ele diz:
"Eu odeio a America, Louis. Eu odeio esse país. Nada além de um monte de grandes idéias e histórias, e pessoas morrendo e gente como você. O cara branco que escreveu o hino nacional colocou a palavra 'livre' em uma nota tão alta que ninguém pode alcancá-la. Isto foi proposital. Nada no mundo soa menos como liberdade pra mim. Venha comigo no quarto 1013 do hospital e eu lhe mostrarei a America. Terminal, malvada e louca. Eu vivo na America, Louis, eu não tenho que amá-la. Ame você. Todo mundo precisa de algo para amar."
Angels in America tem ainda tem Al Pacino, Emma Thompson, Meryl Streep, Mary Loise Parker (que eu adoro!) e outros atores absolutamente geniais. Comprei esse DVD no Brasil. Acho que vocês podem alugar numa locadora, mas, pra mim, esse é daqueles que a gente precisa ter e assistir muitas vezes, pela vida afora...
Ao assistir, lembrem que é uma adaptação de uma peça teatral, portanto, cheia de diálogos, longas conversas, pouca ação. Assistam e me digam o que vocês acharam.
Sugestões de leitura, pra saber mais sobre a trama:
Entrevista sobre o sistema de bem estar social sueco
Quem quiser conhecer melhor o sistema social sueco, não pode perder a entrevista com o cientista político Walter Korpi, que realiza estudos sobre o assunto no Centro de Pesquisas Sociais da Universidade de Estocolmo.
Ele descreve, para o Programa Milênio, o modelo sueco, em que o princípio da igualdade entre os sexos não é apenas uma questão ética, mas um importante elo de ligação entre a sociedade e a economia.
A entrevista passa hoje, segunda-feira, às 11 da noite, na Globonews. Pode ser visto na TV a cabo Net ou pela internet no http://gmc.globo.com/ (clique no N que fica do lado direito), algumas vezes o Globonews oferece alguns minutos de programação gratuita.
Horários alternativos: Amanhã (terça-feira) às 11:30 e 17:30.
Para "Marta", homem que é homem arrebenta a mulher
Ainda vítima do jet lag, acordei às 4 da manhã e fui dar uma navegada pela internet. Aí botei a novela pra ficar ouvindo, ao fundo. Só pra ter raiva, né?
Eu já tinha jurado que não assistia mais, mas acabo, sempre, dando mais uma olhada porque quero ver a que ponto isso vai chegar. Não tem um capítulo que não tenha uma bobagem ou coisa muito pior.
Dia desses foi a conversa de três médicos, dois homens e uma mulher, enquanto os médicos-homens discutiam "coisas sérias" (o efeito da AIDS para a dermatologia), tudo que a médica (Elisa Lucinda) queria era falar sobre os novos creminhos cosméticos e ainda ficou irritada porque eles "cortaram o barato dela com esse papo sério"... ai, meu Deus...
Aí tem o detestável Greg dizendo que tem que transar com a insuportável Sandra porque é obrigação dele, como homem; Helena a marcar cesariana; todas as mulheres são burras ou infantilizadas.
Gente, é um festival de machismo e baixaria.
Mas, dessa vez, o Manoel Carlos se superou. No capítulo de quinta, a Marta e Alex estão brigando e saem com essa:
Alex:"Não quebro a sua cara porque você é mulher" (ou algo do tipo)
Marta:"Não é porque eu sou mulher que você não me arrebenta, Alex, é porque você não é homem."
Francamente, às vezes fico pensando se o autor está sofrendo com algum tipo de problema mental, porque isso não é normal. Num país com os impressionantes índices de violência doméstica como o Brasil, tudo que a gente não precisa é de uma mulher, na televisão, dando a entender que homem que é homem arrebenta a companheira...
Pela Internet na madrugada
Adorei a história dos gêmeos branco e negro, na Inglaterra, mas paree que aqui, por causa da miscigenação é até mais "comum". Só hoje vi o caso desses dois fofos no Rio e mais dois em Recife