No dia 23 de Agosto de 1973, três mulheres e um homem ficaram seis dias
reféns de bandidos, em um assalto a um banco de Estocolmo. Para a surpresa de todos, os reféns desenvolveram uma relação afetiva com os bandidos. Desde então, chama-se Síndrome de Estocolmo a essa dependência afetiva que se cria nos raptados pelos seus raptores. Leia mais sobre isso aqui.
Eu sou Denise Arcoverde, tenho 43 anos e, depois de muita insistência, Ted, meu marido, me "sequestrou" e levou para viver com ele em Estocolmo, na Suécia. O destino nos trouxe pra Washington, DC, nos EUA, onde vivemos hoje, muito felizes, com minha filha Beatriz.
Tenho o maior prazer em fazer esse blog, que eu costumo dizer que é nossa "pracinha" onde trocamos idéias, discutimos assuntos polêmicos ou falamos abobrinhas. Convido vocês a participar dessa "comunidade virtual", sempre com o mesmo respeito que eu, e tod@s amig@s, temos pelos que vêm aqui.
Sou
fundadora de uma ONG, o Grupo
Origem que, há quase 20 anos, desenvolve um trabalho lindo de promoção,
apoio e defesa do aleitamento materno. Continuo trabalhando com
o Origem, via Internet. Nosso site, Amamentação
Online, ganhou, duas vezes, o IBEST.
Eu vejo Stephen Frears, Fellini, Hitchcock, Truffaut, Woody Allen, Orson Welles, Billy Wilder, Quentin Tarantino, Rainer Werner Fassbinder, Godard, Luis Buñuel, Sofia Copolla, Roger Michell, Irmãos Taviani, Antonioni, David Lynch, Almodovar, Irmãos Cohen, Kubrick, Ingmar Bergman, Jim Jarmusch, Pasolini, Tim Burton, Robert Altman, Scorcese...
Dicas de Livros:
Eu leio Clarice Lispector, Pushkin, Umberto Eco, Edward Said, Machado de Assis, Kafka, Patricia Highsmith, James Joyce, Torquato Neto, John Donne, Dorothy Parker, Virginia Wolf, Carlos Drummond de Andrade, Ariano Suassuna, Pagu, Tchekhov, Tomasi di Lampedusa, João Cabral de Melo Netto, Wally Salomão, Vinícius de Moraes, Anais Nin, Andre Breton, Baudelaire, Marilene Felinto, Dashiel Hammet, Raymond Chandler, Simone de Beauvoir, Roland Barthes,
Dica de livro de arte:
Gosto
de Keith Hering, Andy Warhol, Lichtenstein, Frida
Khalo, Chagall, Miró, Rodin, Camille Claudel, Edward Hopper, Pollock, Suzanne Valadon, Goya, Brughel, Kandinsky, Man Ray, Escher, Botero, Caravaggio, Veermer, Jasper Johns, Tarsila, Anita Malfatti, Bajado, Alex
Vallauri, Dudi Maia Rosa, João Câmara, Leonilson.
Dica de CD:
Eu ouço: Madonna, Blur, Billie Holliday, Caetano
Veloso, Cássia Eller, Aimee Mann, Kid Abelha, Jorge Benjor, Diana Krall, Frank Sinatra, Lobão, Counting Crows, Cardigans, Jackson do Pandeiro, Kraftwerk, Fernanda Abreu, Miss Kittin, Eurythmics, Style Council, Radiohead, Chico Buarque, Trio Mocotó, Nina Simone, Chat Baker, Bezerra da Silva, Puretone, Kosheen, Tati Quebra Barraco, Norah Jones, Nação Zumbi, Fernanda Porto, Fat Boy Slim, Elis Regina...
Empty hours
Spent combing the street
In daytime showers
They've become my beat
As I walk from cafe to bar
I wish I knew where you are
You sort of clouded my mind
And now I'm all out of time
Empty skies say try to forget
Better advice is to have no regrets
As I tread the boulevard floor
Will I see you once more?
Because you've colored my mind
'Till then I'm biding my time
I'm only sad in a natural way
And I enjoy sometimes feeling this way
The gift you gave is desire
The match that started my fire
Empty nights with nothing to do
I sit and think, every thought is for you
I get so restless and bored
So I go out once more
I hate to feel so confined
Feel like I'm wasting my time
I'm only sad in a natural way
And I enjoy sometimes feeling this way
The gift you gave is desire
The match that started my fire
The match that started my fire
The match that started my fire
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Ee-editando esse post, porque essa é, pra mim, a música mais linda do mundo e acordei querendo ouvir again and again and again..
Putz! Lembranças maravilhosas: "Have You Ever Had It Blue?", "Shout To the Top", "Walls Come Tumbling Down"...escutando a música deles no Rio e depois em BSB, e sem poder trocar idéias porque praticamente NINGUÉM conhecia os caras. Nas raras vezes em que alguém os conhecia, virava minha pessoa favorita imediatamente.
Eles ainda são uma das minhas bandas preferidas; o cara tem o toque de Midas, tudo que ele toca vira ouro: "The Jam", "The Style council", a carreira solo...
É talento p/ dar e vender...
Exatamente a mesma coisa acontecia comigo... pra dizer a verdade, eu coloquei a música aqui pensando se ia conseguir "pescar" alguém que compartilhasse minha paixão pelo Style Council.
E foi a primeira vez que eu encontrei alguém que não só conhece, mas também gosta da banda e do Paul Weller.
Hummm... fora meu primeiro marido, que também gostava muito, mas fui eu quem o introduzi ao SC, não conta. Meu irmão também gostava um pouco, mas ele era muito gótico, naquela época (aos 12 anos) e preferia se desesperar com o Bauhaus e o Joy Division (que eu também gostava MUITO, mas de uma forma diferente e não toda hora). Eu sempre fui "alto astral" demais pra entrar completamnte na do Joy Division... hehehe...
Naquela época eu sonhava com Londres (quem não?), lendo as matérias do Pepe Escobar na Ilustrada, e o Paul Weller com esse trenchcoat, aí da capa, era meu símbolo absoluto de elegância... o cara, além de gênio, é suuuuuuper "estiloso".
Paris Match é minha favorita das favoritas, mas também adoro You're The Best Thing ("I could be discontent and chase the rainbows end, I might win much more but lose all that is mine, I could be a lot but I know I'm not I'm content just with the riches that you bring"), My Ever Changing Moods ("the cool before the warm, the calm after the storm, I wish to stay forever, letting this be my food, but I'm caught up in a whirlwind and my ever changing moods") e The Whole Point of no Return, que conseguia ser chiquérrima e engajada ("rising up to break this thing, from family trees the dukes do swing, just one blow to scratch the itch, the law's made for 'em by the rich, it would be easy. So, so easy").
Eu tinha vários LPs e singles, mas em CD só comprei o "Cafe Bleu" (que está entre os 10 melhores discos da minha vida) e "Our Favorite Shop". Se, por acaso, você não tiver algum deles, me avisa e eu te mando em MP3.
Denise Arcoverde em julho 21, 2005 7:01 AM
Presente pra quem não conhece ou pra quem gosta do Style Council:
Oi Denise!
Eu gosto muito de visitar seu blog. Você escreve bem, é super comunicativa e o conteúdo é muito bom. Através de vc, tenho conhecido muitas e muitas coisas diferentes da minha realidade!
Oi, Renata! obrigada pelo recado carinhoso, é sempre bom conhecer o pessoal que passa por aqui. Seu blog é uma gracinha, adorei as fotos e Bogotá... puxa, eu adoraria ir lá algum dia! Como leitora do blog, você não quer colocar uma foto em nosso "album de fotos de amigos do Sindrome de Estocolmo"? posso colocar essa sua foto em Bogotá? Beijão!
Denise Arcoverde em julho 21, 2005 7:25 AM
Denise é uma pena que o meu som está com problemas e não posso escutar esta música.
Denise, eu amo essa música, adoro Paul Weller e outro dia mesmo escrevi um post sobre o Jam. Tenho apenas em LP o café Bleu e Our favourite shop. Fiz meu próprio Best of do Style Council.Incluindo Boy who cried wolf. Bjs!
Eu de novo. Estou ouvindo Paris Match, mas essa versão é com a Tracy Thorn, do Everything but the girl. Gosto dela mas prefiro na voz do Paul.
Marília em julho 21, 2005 1:12 PM
OOOOOBBBBBAAAAAAAA! Mais uma fã do Style Council!!! :)
Eu tô sabendo que é com a Tracy Thorn, do Everything But the Girl, que eu também adoro (aliás, a única vez que cortei o cabelo curto na vida foi igual ao dela hehehe), junto com o Style Council... mas essa é a única versão que eu tenho, e é a que está gravada no "Cafe Bleu"! nunca ouvi com o Paul Weller!!! Você tem com ele? manda pra mim???
Beijocas e gosto ainda mais de você, agora, Marilia :)
Denise, parece brincadeira mas eu tenho inclusive esse disco em vinil! Quase furado de tanto tocar, mas ainda está na coleção. Detalhe: algumas canções saem na guitarra também, sou fã do Weller.
Incrível, Flavio, como sempre, gostamos das mesmas coisas, mas, querido, não foi à toa que a Bia disse que achou que você é a minha "versão masculina"...
Agora, me diz uma coisa, você tocou Fake Plastic Tree pra Bia??? :)
Engraçado, eu achei que já tinha te dito que os caras foram um dos "alicerces" da minha adolescência...
Eu achei engraçado você dizer que ainda não tinha encontrado ninguém que gostasse tanto da banda e do cara, o "cabeça", mas depois, pensando mais ainda, eu me toquei que comigo também se deu o mesmo. Mas de qualquer maneira aí abaixo o Flávio Prada já se mostrou fã deles também, e dando uma olhada na rede enquanto procurava outra coisa, achei esse atalho com tradução das letras p/ o Italiano(http://www.musicaememoria.altervista.org/StyleCouncil-CafeBleu.htm). Quando o FP lançar os "Bagno Di Prada", pode colocar o LP dos caras como música ambiente e publicar as letras em Italiano (biiiicho, eu devia é ser publicitário...).
Esse teu lance com o "Joy Division" é muito parecido com o que rolava na minha cabeça, eu tinha um interesse mórbido no cara que havia se suicidado (eu morava em BSB, a capital latino-americana de suícidios...) e achava muito interessante como alguém podia num certo momento simplesmente dizer a si mesmo: "Chega!", mas nunca fui a fundo no lance , porque pra mim também não dava. Aliás, outra banda que me interessava muito na época mas que eu só conseguia escutar porque eu absolutamente não entendia as letras (e ainda por cima não entendia o sotaque britânico) era os "Smiths", que hoje eu não agüento, porque as letras são deprimentes demais...
Hehehe, eu também sonhava com Londres, mas era um sonho mais distante, meu lance era vir pra cá...Eu também achava o cara muito estiloso, apesar de não usar essa palavra na época...
Eu sabia que os caras eram engajados porque lia muito sobre eles, principalmente na revista "BIZZ" (lembra disso?), e porque o Herbert Vianna vivia dizendo que os caras eram também alicerce da adolescência dele. Na época eu não sabia Inglês o suficiente p/ entender bem as letras, e p/ piorar eu chegava no curso e perguntava pros professores(que eram ingleses) sobre a banda e sobre o "Red Wedge"(http://www.yourencyclopedia.net/Red_Wedge) e eles me olhavam com aquela cara de "Biiicho, do que é que esse moleque está falando?"
Eu tenho essas todas que você mencionou, então obrigadaço, e tenho aqui o "The Singular Adventures Of The Style Council", se tiver alguma que você não tem...
Enfim, o que eu estava procurando na rede era algum registro da Tracey Thorn cantando músicas do cara e além de não ter encontrado nenhum, eu tenho (quase) certeza de que essa versão que você tem (e que também está ná Rádio UOL), não é dela, mas sim da D.C. Lee, que é a vocalista da banda. Procurei, procurei e não achei nada. Pode ser que eu esteja errado, mas, sinceramente, não creio...De qualquer maneira aqui vai um atalho do Amazon.com onde no comentário nº 3 o cara fala justamente sobre isso e no nº 4 o cara se lembra do "Cappuccino Kid"!!!
Aliás, esses comentário servem também p/ gente ver como os ingleses e os americanos usam a própria língua...
Ufa! Falei pacas!
Guilherme, sabe que eu não consigo lembrar se você me disse nada sobre o Style Council, talvez sim, mas não lembro mesmo. Também minha memória não é das melhores. Claro que eu deveria ter imaginado que você seria um dos fãs deles!
De qualquer forma, adorei ler suas lembranças da época, que são, como sempre, muito parecidas com as minhas. E pode escrever à vontade que é, sempre, um prazer ler sobre o assunto.
Não tinha muita gente - que eu conhecesse, claro - que gostasse do Style Council nessa minha fase de fãzona apaixonada porque a maioria ou não sabia nada de música inglesa, ou se soubesse gostava do Joy Division, Smiths e Cure.
Ou tinha a turma do Clash, Ramones e Sex Pistols. Style Council era muito "light" pra eles... mas, eu nunca gostei de muito barulho. Acho o máximo o movimento punk pela desconstrução de alguns padrões e pelo "faça você mesmo", mas confesso que nunca ouvi as músicas muito não... (nem sou especialista, não, tenho apenas aquele livrinho do Antonio Bivar "O que é Punk" e só... hehehe)
Eu, adorava o tríduo "Joy Division, Smiths e Cure" e mais Bauhaus e outros. Ainda ouço o Cure e o Smiths (eu ainda aguento hehehe), e dia desses comprei uma camiseta do Closer, do Joy Division na Hot Topic... tão nostálgico... algo como, pra turma dos anos 60, comprar uma do "Mammas and the Pappas" hehehe...
Mas, o Style Council, pra mim, era diferente de tudo que rolava naquela época, era MUITO mais a "minha praia" e, como o Flavio, quase furo o vinil de tantou ouvir again and again and again Paris Match e My Ever Changing Moods.
Acho que tinha a ver porque eu já gostava muito de jazz e blues e ouvia muito Billie Holiday, Nina Simone e Bessie Smith, e o som deles tem uma coisa meio jazzistica, às vezes, né?
Agora, em relação à Paris Match, acho que era sim a moça do ECTG (que eu amava e queria ser igualzinha a ela, que era feiosa mais SUPER estilosa hehehe). Achei esses links aí abaixo:
The Complete Adventures of The Style Council Booklet (Paul Weller Interview)
"I think it says a lot that your vocals don't appear until the fourth song.
PW: (Laughing) Fortunately that's true actually because Tracy Thorn sang 'Paris Match'." http://myweb.tiscali.co.uk/wholepoint/tscboxint.htm
Ah, outra coisa, pesquisando pelo e-mule, achei três arquivos de MP3 do Paris Match cujos nomes eram "Style Council w Tracey Thorn - Paris Match"... mas, claro que eles podem ter se enganado também... mas acho que é a moça, mesmo...
Biiicho...olha só...é a Tracey Thorn mesmo. Eu estava tão noiado com a DC Lee que ignorei que a voz dela é única.
Eu devo ter confundido com uma outra música deles que a DC Lee canta ou vai ver ela também canta essa. Obrigadaço pela pesquisa...
Essas outras bandas (Ramones, Clash, Bauhaus, Sex Pistols...) eu só vim a apreciar muuuuuito tempo depois, na época era sinônimo de gente escrota, cabeluda e fedida. E metida a besta. Já as outras eu gostava muito, ano passado fui ver o show do Cure e me amarrei! Aliás, comprei 4 entradas achando que ia vender na internet e ganhar uma grana e fiquei com duas na mão...
A revista BIZZ voltou? Boa sorte pros caras, hoje em dia eu não teria paciência.
E por falar em coisas com as quais eu não teria mais paciência, agora que já se passou muito tempo você poderia explorar o tema dos "darks". HA! HA! HA! HA! HA! HA! HA! HA! HA! HA! HA! HA! HA! HA! Se lembra daquilo? Quem sabe a gente descobre a versão verdadeira da história...No Recife eu não sei qual era, mas em BSB era que nem erva daninha...
Peraí, Guilherme... não mistura Ramones, Clash e Sex Pistols com o Bauhaus, não hehehehe... os "seguidores do Peter Murphy" te matam com veneno em cálice de prata...
Lembra? o Bauhaus tava mais assim pra o Joy Division só que ainda mais soturno... "Bella Lugosi is dead", clássica aberetura de "Fome de Viver" que também tinha David Bowie e Catherine Deneuve (e que eu acabei de copiar aqui, se quiser, te mando).
Essa história de dark era HILARIO porque, cara, imagina ser dark no Recife???!!!hahahahahahahaha... é muuuuuuuuito sol, muita luz e em Olinda, que é uma das cidades mais hippies do pais, ainda por cima!!!
Claro que eu nunca entrei nessa... mas meu irmão (cujo nickname "H.D.Mabuse" é dessa época, claro hehehe...) era um dos expoentes dessa geração...
Tenho fotos dele aos 13 anos, super pálido, no meu primeiro casamento, vestido todo de preto, com um blazer quentissimo, cabelo espetado à Bob Smith e uma camiseta (preta, claro) do "Killing Joke"... hahahah... foooooooofo!!!
Tadinho...
Mas, essa onda teve suas vantagens, pelo menos essa garotada lia Cocteau, Rimbaud e "As Flores do Mal", do Baudelaire... vai ver que "sofrer" nos anos 80 tinha mais charme...
Tava ali na cozinha, preparando meu café da manhã, e pensando que há décadas não tenho esse tipo de discussão... "quem era a vocalista da música Paris Match"... a vida adulta afasta a gente das discussões que realmente interessam ;)
Ps.: E você tinha entradas sobrando do Cure e não me avisou???
Hehehe, a gente não se conhecia ainda, senão com certeza teria te avisado. Fui com um amigão de Montreal e lá dei as outras duas p/ as pessoas que pediam na porta (karma...). Aliás, esse show do "Cure" foi um marco na minha vida. Eu tinha ido a outro show deles, logo que cheguei aqui e o contraste entre as duas experiências é algo muito louco. Não vou entrar em detalhes porque são textos futuros pro ¡Ay, Caramba!... ; )
Não, não confundi os estilos não, eu sei que são diferentes, mas o Bauhaus eu também não curtia. Fui ver qual era por causa da escola de arte e quando escutei aquilo me senti logrado...meu lance era mais p/ X-Mal Deutschland.
Do "Killing Joke" eu também lembro, e lembro também que depois de escutar o locutor dizer que a música tal do "Church" era tema de um filme "noir" que o cara pronunciou noir mesmo, nada francês, eu liguei p/ a Transamérica, p/ dizer p/ o mesmo locutor, numa boa, que os caras não eram ingleses e sim australianos, recebi um daqueles "ah, sim..." que soam mais como "VTNC"!!!
Putz! E "dark" em BSB???!!! Debaixo daquele sol do meio-dia...e se os "darks" que você conheceu liam essa gente toda você deu muita sorte, os que andavam à minha volta não liam e ponto final. E depois vinham me pedir cola na prova de Inglês, é mole? E o pior é que não se davam conta da ironia. E eu ficava me achando "o" maluco, completamente desorientado, porque via coisas que ninguém mais via. Ainda bem que não escutava vozes também. E tudo isso com o vestibular batendo à porta...
Concordo com você, a vida adulta nos afasta das coisas que realmente importam.
Por isso que eu não vou crescer NUNCA !!!!!!!!!!!!
Nem eu, Guilherme, nem eu... na verdade, estava só fazendo de conta, por uns anos, mas a vida adulta é muito chata... cada dia assumo mais a minha identidade real...
;)
Uma coisa interessante é que eu me apaixonei por Ted quando soube que ele adorava "Sweet Dreams" do Eurythmics... eu andava de saco cheio de gente que só falava de leite materno e quando ele me disse que era fã da Annie Lennox eu me derreti toda... enfim, um pouco de cultura pop de volta à minha vida... hehehe...
Ah e sobre os "meus darks"... se eles não liam, fingiam direitinho. Já meu irmão era uma figura incrível. Devorador de livros e um super "dark" de 13 aninhos de idade... que hojhe, aos 32, me mataria, se soubesse que estou contando do passado "negro" dele aqui... hehehe